Oficinas



AS BASES DE UMA HISTÓRIA - OFICINA DE ROTEIRO COM ROMEU DI SESSA.
Local: SESC Santos (Rua Conselheiro Ribas, 136 - Aparecida).
Dias 19 e 20 DE novembro (domingo e segunda-feira), das 14h às 18h


A oficina discorrerá sobre a estrutura básica de um roteiro bem escrito, planejando as estruturas e entendendo o que cada ato representa para a trama, bem como a importância de se ter fortes plot-points, ou pontos de virada no enredo. Além disso, serão compartilhadas informações relevantes sobre a formatação no padrão master-scene - o padrão oficial usado em hollywood e em todo o mundo.

Romeu Di Sessa é roteirista e diretor há 25 anos. Teve duas peças encenadas, “Do lado de dentro”, a qual também dirigiu e “Adão, Eva e mais uns caras”, direção de Ernesto Pícolo. Em TV já escreveu roteiros para o programa “Alô Doçura” no SBT, “Antena Coletiva” da Rede Manchete, “Você Decide” e “Vida ao Vivo” da Rede Globo. Em TV fechada assina os roteiros das séries: “DESTINO LUA DE MEL”, “Ciência em Casa” e “Copa do Caos”. Ainda em TV dirigiu o programa “Rally dos Sertões” na RECORD e uma temporada do programa “Diário do Olivier”. Em cinema ganhou 8 prêmios com o curta “Átimo” – o qual também dirigiu – entre eles Kikito de melhor filme. Colaborou na elaboração dos longas “Minhocas” e “Confia em Mim”. Fez vários cursos de roteiros, entre os mais importantes destacam-se os cursos de Robert Mckee e Syd Field. Também já ministrou um curso chamado “A Anatomia de um Filme” em empresas e espaços culturais como SESC Vila Mariana e MIS/SP.

A DIREÇÃO DE FOTOGRAFIA NO CINEMA COM KATIA COELHO
Dias 18 e 19 de Novembro (Sábado e Domingo), das 14h às 18h.
Local: SESC Santos (Rua Conselheiro Ribas, 136 - Aparecida).


A oficina vai discutir a diversificação da forma da realização cinematográfica a partir da democratização da captação da imagem digital em substituição à película; Apresentar um panorama do desenvolvimento do cinema digital e familiarizar os alunos com a direção de fotografia no processo de construção da linguagem audiovisual.

Com o uso dos telefones celulares, a imagem em movimento passou a fazer parte do cotidiano das nossas vidas. Há dez anos, ela só se fazia presente através da televisão ou nas salas dos cinemas. O movimento “DOGMA”, idealizado pelo cinema dinamarquês em 1995, foi um dos responsáveis por trazer uma nova perspectiva tecnológica à captação da imagem. O "fazer cinema" se democratizou, todos querem realizar o seu próprio filme, colocá-lo nas redes sociais ou em festivais. Porém, contar uma história não é, simplesmente, gravar com uma câmera; existe uma técnica e uma linguagem que percorre toda a história da arte para um roteiro ser construído, se fazer sentir, ser assimilado. A luz, a câmera, a cenografia, o figurino, a maquiagem, os efeitos, os atores, a produção e a direção, funções exercidas pela equipe técnica e artística são orquestradas entre si e com a direção de fotografia no fazer cinematográfico, para que o espectador vivencie o filme e se emocione com a mágica da imagem nas telas dos cinemas.